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Mercado ruim? Como sua empresa avançar

Dólar em alta anima indústria brasileira

Indústria brasileira dá sinais de crescimento em janeiro

Compre agora homogeneizadores usados e revisados, com garantia Alitec.

Agregue valor ao produto

A expectativa de sete setores para a economia

As vantagens competitivas
da homogeneização

Afinal, podemos produzir
sem homogeneização?

Investir em tecnologia dá lucro?

Como escolher o homogeneizador certo
para sua indústria

Problemas de reposição de peças em homogeneizadores importados

Como ter reposição de peças
e assistência técnica com rapidez.

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Indústria do Brasil cresce em janeiro ao ritmo mais forte em um ano

27 de Março de 2015 | Por: Alitec

Agora não temos saída.
Um dos grandes desafios da indústria moderna é planejar o crescimento, sem comprometer o equilíbrio financeiro e, o mais importante, realizar esse trabalho com profissionais que dominem todos os aspectos tecnológicos, mercadológicos e financeiros específicos da sua empresa.
É muito comum vermos planejamentos tão genéricos que não parecem feitos por gente do ramo. Com as exigências atuais de qualidade e de redução de custos, torna-se obrigatória a especialização para a elaboração de qualquer projeto que vai alterar muito ou pouco a produção.

Chame os especialistas
Há muitas consultorias pagas disponíveis para ajudar sua empresa. Todos sabemos que nem sempre elas cumprem o que prometem. Por isso é importante verificar o histórico e as referências. Mas algumas empresas oferecem consultorias gratuitas especializadas. Ou seja, você conta com um profissional ou uma equipe de profissionais para planejar possíveis mudanças na sua planta, seu assumir qualquer custo. Como a Alitec, por exemplo.

A Alitec ajuda
A Alitec é uma empresa pioneira no Brasil em produção de homogeneizadores de alta pressão feitos por profissionais muito especializados e familiarizados com o universo industrial. Esses especialistas estão à sua disposição para ajuda-lo a projetar novas plantas com trocas ou inclusão de novos homogeneizadores. Não custa nada e você não assume nenhum compromisso de compra. É uma ótima solução para você projetar uma visão da sua indústria com algumas mudanças que muitas vezes vão pesar no seu orçamento e trazer novas vantagens competitivas para a sua indústria.


Mercado ruim? Como sua empresa avançar

Indústria do Brasil cresce em janeiro ao ritmo mais forte em um ano

26 de Março de 2015 | Por: Alitec

Já sabemos que vem por aí um ano que vai exigir de todos nós mais ousadia e determinação do que de costume. Porém, ficar chorando não vai adiantar. Manter o ritmo do seu negócio e crescer, se for possível, não são milagres que dependem exclusivamente de governos, da economia nacional ou internacional. Dependem muito do que vamos fazer para defender nosso negócio e do que vamos faz para que ele cresça. Porque não?

Veja essas dicas mais interessantes para atravessar a crise sem ficar para trás.

1. Não negue o impacto da crise
Mesmo se a sua empresa pareça não estar sendo afetada pela crise financeira, fique atento. Ainda que a crise passe apenas por áreas secundárias do negócio, é provável que ela atinja a sua empresa.

2. Não exagere na cautela
Mantenha as contas a curto e médio prazo na ponta do lápis. É importante acompanhar cada passo do mercado e das finanças da empresa para saber a real necessidade de tomar determinadas medidas.

3. Descuidar da comunicação
Em momentos de crise é especialmente importante administrar adequadamente a comunicação da empresa, seja com clientes, fornecedores ou funcionários. Só assim consegue-se neutralizar os impactos negativos de rumores e informações imprecisas.

4. Não ponderar os custos de cada cenário
É importante estimar situações de máximo e mínimo risco, a fim de prever as possíveis ações que serão necessárias em cada uma delas. Saiba como fazer o gerenciamento de crise.

5. Endividar-se
É preciso ajustar os gastos com os ganhos previstos pela empresa e esforçar-se para cumprir as metas para realizar o gerenciamento de crise. Concentre seus esforços em conseguir os financiamentos ou refinanciamentos necessários para alcançar o equilíbrio do negócio.

6. Não descuide das decisões
Frente à tanta incerteza, muitas decisões delegadas anteriormente ou automatizadas devem ser reexaminadas e, talvez, centralizadas novamente.

7. Não continue com projetos sem reavaliá-los
Reconsidere os projetos previstos ou em andamento e congele aqueles que não vão melhorar a curto prazo os resultados da empresa.

8. Não atender as mudanças do mercado
As mudanças constantes no cenário de crise obrigam os administradores a estar em permanente vigilância em relação às variações de vendas e aos concorrentes. Quanto mais rápida for a resposta de uma empresa para as mudanças do mercado, melhor ela poderá planejar as estratégias que permitam restabelecer o negócio.

9. Não tenha uma reação exagerada
A crise é uma situação delicada e não se deve tomar decisões com pressa. Deve-se impor a moderação. Tão desaconselhável é a redução massiva de pessoal como fazer contratações indiscriminadamente.

10. Não prever os possíveis cenários uma vez superada a crise
Existe um depois da crise e é preciso pensar nele.O empresário tem que imaginar como pode ficar o setor e planejar a busca de novos mercados e produtos para quando a crise terminar.

(Fonte Intoo http://intoo.com.br/blog/gerenciamento-de-crise-empresa-momentos/ )


Dólar em alta anima indústria brasileira

Indústria do Brasil cresce em janeiro ao ritmo mais forte em um ano

19 de fevereiro de 2015 | Por: Alitec

Muitas indústrias que sofreram com a economia de 2014, já estão vendo uma grande oportunidade para o aumento das receitas: a exportação.
O dólar valorizado, de um lado gera um problema de importação, mas de outro está incentivando empresas a buscarem mais exportações como saída. Com os produtos brasileiros mais baratos, na visão dos estrangeiro, essas indústrias ganham competitividade para ampliar mercado e aumentar o faturamento. Os economistas consideram que este movimento vai melhorar a situação de muitas empresas brasileiras e da própria economia do país.

Porém, há um alerta para evitar um possível "tiro no pé". Atender à demanda das exportações é um grande desafio, não só pela quantidade, tributos e logística, mas principalmente em fazer seu dever de casa bem feito, ou seja, garantir a qualidade dos produtos. Só assim a indústria vai não só vender, mas conquistar de vez novos horizontes.

Nas indústrias de processo, por exemplo, passa a ser quase uma obrigação oferecer produtos que não sejam apenas misturados, mas sim homogeneizados. Afinal, a qualidade, lá fora, é uma obrigação. A textura, o aspecto visual e outras qualidade sensoriais dos produtos são cada mais importantes na avaliação dos consumidores. Ter qualidade real é um compromisso que toda indústria moderna deve ter. Mas sabemos que os aspectos que são sentidos pelo consumidor, como a textura e o aspecto visual, muitas vezes já são bastantes para ele decidir se determinado produto é bom ou não.

Oferecer produtos com valor adicionado pela qualidade é antes de tudo uma decisão estratégica, que visa não apenas um momento do mercado, mas a consolidação de um mercado crescente.


Indústria brasileira dá sinais de crescimento em janeiro

Categoria de bens de consumo gerou mais empregos

Indústria do Brasil cresce em janeiro ao ritmo mais forte em um ano

18 de fevereiro de 2015 | Por: Alitec

O setor industrial brasileiro iniciou 2015 mostrando vontade de crescer e mostrou o melhor desempenho em um ano. Os volumes de produção e novos pedidos aumentaram de forma simultânea pela primeira vez em dez meses, apontou o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira.

O PMI apurado subiu a 50,7 em janeiro ante 50,2 em dezembro, nível mais alto desde que atingiu 50,8 em janeiro de 2014, e acima da marca de 50 que separa crescimento de contração pelo segundo mês seguido.

Entretanto, o Markit ressaltou que a melhora foi "modesta e ficou abaixo da média de longo prazo", com o nível de empregos mantendo-se basicamente inalterado em janeiro. A categoria de bens de consumo, a de melhor desempenho geral entre as três pesquisadas, foi a única a relatar criação de empregos no mês.

O volume de novos pedidos recebidos pelo setor industrial como um todo em janeiro aumentou pelo segundo mês seguido, atingindo o ritmo mais rápido em um ano, de forma moderada. Os pedidos do exterior também aumentaram pela segunda vez consecutiva.

O resultado disso foi o aumento da produção em janeiro, interrompendo quatro meses de contração com a taxa de crescimento mais forte desde dezembro de 2013. O destaque também foi a categoria de bens de consumo.

A entrada de novos pedidos e o aumento da produção levaram as indústrias a aumentarem as compras em janeiro, mas diante da taxa de inflação mais forte de insumos em dez meses por causa da valorização do dólar, elas optaram por usar mais os seus estoques de pré-produção e de produtos acabados.

A indústria tem se mostrado um dos principais pontos fracos da economia brasileira, e a contração da produção em 2014 é dada como certa há tempos. Em novembro, último dado disponibilizado pelo IBGE, a produção recuou 0,7%, com desempenho pífio em todas as categorias.

O setor vem encontrando dificuldades para deslanchar diante da inflação e juros elevados, mas assim como o PMI indicou alguma melhora, a confiança da indústria iniciou 2015 com alta de 1,9%, chegando ao maior nível desde junho, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Fonte: Site G1 http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/02/industria-do-brasil-cresce-em-janeiro-ao-ritmo-mais-forte-em-um-ano.html


Compre agora homogeneizadores usados e revisados, com garantia Alitec.

As vantagens competitivas da homogeneização - Alitec

11 de fevereiro de 2015 | Por: Alitec

Confira os modelos disponíveis:

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Dúvidas sobre como escolher o homogeneizador certo para sua indústria? Então Leia a matéria


Agregue valor ao produto

As vantagens competitivas da homogeneização - Alitec

29 de janeiro de 2015 | Por: Alitec

Os novos desafios econômicos que a indústria brasileira deve enfrentar, a partir deste ano exigem uma séria revisão de nossas estratégias.

Porém, são tantas variantes que é bem possível que você também esteja um pouco perdido sobre onde começar. Existe, entretanto um paradigma que pode ser aplicado nesta hora. Chama-se valor agregado. Muito ouvimos falar disso, mas quase nunca tomamos iniciativas para adotar novos procedimentos ou processos que nos coloquem em melhores condições de competitividade no mercado.

A indústria de processo brasileira, por exemplo, ainda é relutante à adoção de uma medida simples, que exige pouco investimento e altera substancialmente a qualidade de produtos como alimentos, bebidas, leita e derivados, cosméticos e uma série de outros produtos que encontram no mercado um público mais exigente de qualidade, um consumidor que compara benefícios e resultados entre várias marcas, incluindo os importados.

Um equipamento importante para este setor é o homogeneizador. Ele tem baixo custo e traz um diferencial que faz uma indústria sair do batalhão e produtos pouco competitivos e desatualizados. De fato agrega imediatamente novos valores ao produto. Agregar valor é dar um salto de qualidade em uma ou mais características do seu produto para que saia do nível de concorrência dos outros, que de fato são relevantes para a escolha do consumidor.

É evidente que uma indústria pode ter uma série de outros problemas a resolver. Mas, se seus diretores não resolvem sequer a falta de um homogeneizador para ganhar qualidade e faturar mais, então é provável que as outras medidas a serem adotadas não vão resolver muita coisa.

O homogeneizador é um vetor da indústria. Você só não precisa dele se a sua indústria não trabalha com esse processo. Fora isso, você pode adiar a evolução da sua indústria, não vai poder ignorá-lo sem uma progressiva perda de mercado.


As expectativas de sete setores da economia para 2015

05 de janeiro de 2015 | Por: Alitec

No seminário Brasil 2015 – Perspectivas para o País – que a Amcham realizou na terça-feira (30/9), os setores de Alimentos, Bens de capital, Construção civil, Energia, Exportações, Petróleo e Varejo apresentaram suas projeções para o próximo ano.

De modo geral, o excesso de burocracia e leis fiscais e trabalhistas que não estimulam a competitividade da economia são os principais obstáculos a um crescimento maior. Veja abaixo os depoimentos dos representantes:

Comércio Exterior – sem competitividade é difícil exportar
José Augusto de Castro, presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil)

A previsão de crescimento do comércio exterior no início do ano era de 4,7% em 2014. Na semana passada, a projeção caiu para 3,1%. E para 2015, rebaixamos a estimativa de 5,3% para 4%. Estamos voltando no tempo. Em 2011, a participação brasileira no comércio mundial era de 1,41%, e vai ser menor ainda em 2015. Estimamos que vá cair para 1,15%.

Do total de bens exportados pelo Brasil, 65% são commodities. Os 35% restantes são de manufaturados, sendo que a metade vai para a América do Sul. A Argentina é a maior compradora, ficando com 20% desse total. Ela é grande importadora de soja e milho, mas está em recessão. Como ela vai reduzir as importações, seremos diretamente afetados.

Na parte doméstica, temos que investir em infraestrutura, nas reformas tributária e trabalhista, e também reduzir a excessiva burocracia. Se não fizermos o dever de casa, logo teremos que aprender chinês [com preços menores, a China está conquistando vários mercados que antes eram atendidos por brasileiros na América Latina].

Alimentos – o bom momento das commodities agropecuárias
Edmundo Klotz, presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação)

Nosso prognóstico para 2015 é de crescimento de 2,5% no volume de produção industrial, 3% de vendas e aumento de exportações de US$ 38 bilhões este ano para US$ 40 bilhões no próximo. Ou seja, em 2015 teremos um ano um pouco melhor que 2014.

Neste ano, aliás, o setor mostrou decréscimo de produção e vendas pela primeira vez em vinte anos. As vendas de 2013 foram de 4,25% (acima dos 3% projetados para este ano). A Copa atrapalhou um bocado nosso setor, pois em junho (época do torneio) não havia rotina para almoçar e jantar. Todos ficavam vendo TV e se alimentavam de forma irregular.

O que compensa o fraco resultado doméstico são as exportações. Para nossa sorte, a pecuária está em franca ascensão, um fenômeno que não tem paralelo em nossa história. Por razões geopolíticas, a Rússia está comprando mais carne brasileira, ao invés da americana.

Energia – aumento de tarifa à vista
Nelson Fonseca Leite, presidente da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica)

O setor de energia elétrica enfrenta um grande desafio em 2014, fruto de uma situação conjuntural extremamente desfavorável do ponto de vista hidrológico (falta de chuvas), e preços da energia no mercado de curto prazo em valores estratosféricos [o mercado de curto prazo também é chamado de livre, onde a compra de energia é negociada caso a caso].

Somado a isso, muitas distribuidoras de energia estão descontratadas. O último leilão de contratação de energia aconteceu no final de 2012, e entramos no ano seguinte com muitas delas sem poder renovar os compromissos. Com isso, ficaram expostas ao mercado de curto prazo.

Distribuidoras com contrato de concessão podem pedir revisão extraordinária de tarifas quando há desequilíbrio econômico-financeiro. A solução seria essa, mas teríamos tarifas extremamente elevadas em 2014. Estamos fechando o ano com uma conta a ser paga da ordem de R$ 9 bilhões, mais os R$ 9,6 bilhões de 2013. Então são R$ 20 bilhões no ano que vem. A perspectiva para 2015 é de ajustes nas tarifas de energia elétrica, para pagar essa conta.

Indústrias de base – Estado tem que ser indutor de desenvolvimento
Gilberto Peralta, vice-presidente da Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base)

Vivemos uma fase de ressaca pós-Copa, onde aconteceram muitas obras em infraestrutura. Mas a situação para a indústria de bens e equipamentos poderia estar melhor. Veja o exemplo da energia eólica. Hoje eles estão operando com 80% a 90% de capacidade, mas, sem novos leilões de energia, ela deve cair para 60% ou até a metade em 2015.

O Brasil tem disponibilidade mapeada para produzir 300 GW (gigawatts) de energia eólica, e investir no setor poderia aumentar o tamanho desse mercado e ampliar a oferta de eletricidade. Para nós, o ano de 2015 é de espera. E se não acontecer medidas de incentivo, 2016 será pior.

Petróleo e gás – poderia ser melhor

Jorge Marques de Toledo Camargo, diretor do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis)

No Brasil, o setor de petróleo e gás vive um grande paradoxo. Por um lado, temos oportunidades extraordinárias de desenvolvimento graças ao petróleo do pré-sal. As reservas exploradas têm se revelado maiores do que o esperado. Para se ter uma ideia, 40% de todo o petróleo descoberto nos últimos dez anos no mundo veio do Brasil.

Os investimentos necessários para explorar os recursos do pré-sal estão em torno de US$ 50 bilhões por ano. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) disse que esse valor representa 42% de todo o investimento industrial brasileiro até 2017.

Em contrapartida, a incerteza vem em relação à Petrobras. Ela é o grande motor de desenvolvimento da economia, mas o governo (acionista majoritário) obriga a empresa a subsidiar combustíveis. É uma intervenção que afeta toda a sua capacidade operacional e financeira. As perspectivas para o nosso setor são extraordinárias, mas vai depender do tipo de política governamental que será aplicada pelo próximo presidente.

Construção civil – novo ciclo focado em mercado imobiliário e projetos industriais
Eduardo May Zaidan, vice-presidente de economia do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo)
O setor de construção civil não é tão sensível à conjuntura de curto prazo. As obras que estão sendo executadas hoje foram decididas em 2007, quando o cenário de crescimento era mais favorável. Para o Sinduscon, o PIB da construção civil deve crescer de 1% a 1,5% em 2014, estimativa que deve se repetir no próximo ano.

No Brasil, o desenvolvimento da construção civil está muito baseado em alguns pilares do setor privado. No mercado imobiliário, que deve entrar numa fase de crescimento orgânico, e ficará mais sensível à renda, disponibilidade de financiamento e crescimento do número das famílias.

E também nas construções industriais e comerciais que começam a ser entregues, decorrentes das concessões de mobilidade. Há muitas obras rodoviárias e aeroportuárias, mas ainda faltam as que virão dos portos e ferrovias.

Varejo – mudanças para continuar crescendo
Fernando de Castro, vice-presidente do IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo)

Nos últimos anos, incorporamos 40 milhões de brasileiros ao mercado de consumo, uma mudança brutal para qualquer país. Antes deles, a participação do varejo no PIB era de 10%, e hoje é 17%. O varejo deve crescer 4% em 2014, abaixo de nossas projeções iniciais de 5,5% no início do ano. Em 2015, projetamos expansão de 5,5% a 6%, o que não é nenhum resultado extraordinário.

Em todos os países ricos, o varejo representa de 20% a 30% do PIB total. Se o Brasil quer ser um país moderno, tem que fazer com que o varejo aumente sua participação na riqueza nacional. O setor é o maior empregador privado brasileiro, e um dos que mais empreendem. Mas precisamos de mudanças fundamentais, como a fiscal e trabalhista, além da redução da burocracia, para aspirar a um crescimento regular de 4% a 5% do PIB a cada ano.

Fonte: Amcham (American Chamber of Commerce for Brazil)


As vantagens competitivas da homogeneização

As vantagens competitivas da homogeneização - Alitec

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

A competitividade industrial está cada vez mais forte. A corrida pela atualização tecnológica, com resultados diretos na qualidade dos produtos, não é mais uma opção. O consumidor aprende a escolher cada vez melhor e o comércio precisa corresponder, com produtos de qualidade e custo compatível.

Para o setor industrial de alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, entre outros, oferecer um produto com padrão de qualidade é fundamental para continuar no mercado. E produzir com mais qualidade exige mais tecnologia.

Para muitas indústrias o importante não está em vender mais ou subir o preço. Manter uma carteira de clientes também exige esforço. Enquanto para algumas o investimento em homogeneização, por exemplo, pode resultar em valorização e consequente aumento de valor de venda, ou aumento da carteira de clientes, outras indústrias investem na consolidação de suas posições no mercado, pela satisfação e fidelização. Em outra palavras, se manter no jogo muitas vezes já é lucro, para quem vive num mercado tão competitivo.


Afinal, podemos produzir sem homogeneização?

Alitec - Afinal, podemos produzir sem homogeneização?

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

É como diz aquele ditado, “Pode, mas não deve. Em outras palavras, há muitas coisas na vida que podemos fazer bem feito ou mal feito. Normalmente as pessoas ou empresas que preferem fazer bem feito são as que prosperam.

Ainda temos no Brasil indústrias que não utilizam o processo de homogeneização na sua planta. Qual é o resultado disso? Produtos menos competitivos. Podem conseguir vender por mais algum tempo. Mas é certo que o mercado consumidor está sinalizando que é preciso melhorar e que há, cada vez mais, produtos melhores no mercado. Porque homogeneizar é tão importante?

Porque a textura, o aspecto visual e outras qualidade sensoriais dos produtos são cada mais importantes na avaliação dos consumidores. O aspecto na maioria das vezes representa outras qualidades que o consumidor não vê. Ter qualidade real é um compromisso que toda indústria moderna deve ter. Mas sabemos que os aspectos que são sentidos pelo consumidor, como a textura e o aspecto visual, muitas vezes já são bastantes para ele decidir se determinado produto é bom ou não.

- Indústria de Alimentos
- Indústria de Bebidas
- Indústria de Químicos
- Indústria de Cosméticos
- Indústria de Higiene pessoal
- Indústria de Farmacêutica


Investir em tecnologia dá lucro?

Alitec - Investir em tecnologia dá lucro?

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

Investimento em estrutura, contratação de pessoal, treinamento, aquisição de equipamentos, marketing, vendas. Há vários caminhos para uma indústria expandir, mas todas exigem planejamento e investimento. Adquirir novos equipamentos, sobretudo com atualização tecnológica, é a mudança que produz mudanças mais imediatas. Esse é o lado bom dessa história. De modo geral, as análises de mercado mostram que quem está investindo em melhorias de processo com aquisição de novas tecnologias

está conseguindo resultados muito melhores nas vendas. Com produto mais qualificado a satisfação do consumidor aumenta, o produto pode custar mais. Resultado: ganham comércio e a indústria com o aumento do giro e do valor agregado.


Como escolher o homogeneizador certo para sua indústria

Alitec - Como escolher o homogeneizador certo para sua indústria

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

A Alitec não fornece apenas equipamentos de alta tecnologia em homogeneização. Oferece soluções sob medida para sua indústria, com especialistas que irão ajudar você a decidir qual é o homogeneizador mais adequado para sua planta, seu processo e seus objetivos. Com a consultoria especializada da Alitec sua empresa terá o melhor planejamento para definir a melhor tecnologia, o melhor investimento e até criar as condições favoráveis para que seu novo homogeneizador tenha seu custo assimilado pelo fluxo financeiro adicional gerado pelo seu investimento.


Problemas de reposição de peças em homogeneizadores importados

Alitec - Problemas de reposição de peças em homogeneizadores importados

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

Todos nós sabemos que é comum no setor industrial a queda de produtividade e grandes prejuízos com equipamentos parados por falta de peças. Faz pouco tempo uma empresa importante do setor alimentício comunicou que estava com um homogeneizador parado há três meses por falta de uma peça para reposição que deveria vir da Europa. Claro que o prejuízo é alto.

Por esta razão é melhor optar por um equipamento de produção nacional, que tenha a mesma tecnologia atualizada dos encontráveis em outros países. Porque? Primeiro porque hoje em dia é fácil encontrar a mesma tecnologia em homogeneizadores aqui. Em segundo lugar a facilidade em planejar com o fornecedor o tipo de equipamento, o preço, a forma de pagamento e o cronograma de entrega. Em terceiro, e mais importante, a garantia de assistência técnica e reposição de peças, mesmo customizadas, com a rapidez que não podemos sequer imaginar no caso dos importados.


Como ter reposição de peças e assistência técnica com rapidez.

Alitec - Como ter reposição de peças e assistência técnica com rapidez.

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

A Alitec, fabricante pioneira no Brasil em homogeneizadores oferece algumas garantias muito interessantes. O fato de estar sediada e produzir no Brasil há muitos anos, faz da Alitec uma grande conhecedora das necessidades, dos riscos e da luta que as empresas brasileiras enfrentam para aquisição de equipamentos, pra nem falar das outras tantas dificuldades. Conhecer tão bem a indústria nacional, estar tão próxima delas e saber das suas dificuldades traz grandes vantagens para os clientes da Alitec. O planejamento conjunto de um equipamento é uma grande vantagem. Cada indústria pode especificar detalhes dos homogeneizadores que pretende utilizar e consegue um alto grau de atualização tecnológica, impulso na produtividade e adequação do valor investido às suas perspectivas de faturamento.

Mas o mais importante, por incrível que pareça, não é tudo isso. A disponibilidade de peças de reposição a curto prazo e a rapidez de acesso à assistência técnica especializada, estrategicamente sediada entre São Paulo e Rio, às margens da Via Dutra, tornam a Alitec uma escolha quase obrigatória para quem quer melhorar ou impulsionar sua produção com homogeneizadores.


Indústrias que devem avançar com atualização tecnológica de homogeneização

Alitec - Indústrias que devem avançar com atualização tecnológica de homogeneização

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

Veja quais são os segmentos industriais que estão investindo mais em tecnologia de homogeneização:

Alimentício

Leite, leite condensado, creme de leite, massa de sorvete, sucos, catchup, leite de coco, baby food, creme de amendoim, chocolate e bebidas.

Farmacêutico | Cosmético

Loção, cremes, esmalte de unha, batom, óleo de fígado de bacalhau, leite de magnésia e muitos outros produtos.

Industrial

Derivados do petróleo, graxa, asfalto, látex, colas, resinas, tintas, sabão, detergente, silicone, emulsões oleosas ou aquosas, entre outros.

Para cada indústria, especificamente, a Alitec tem uma solução customizada. Uma equipe de especialistas trabalha para fazer o melhor projeto adequado às necessidades de cada empresa.


Saiba o que é homogeneização.

Alitec - Saiba o que é homogeneização.

25 de novembro de 2014 | Por: Alitec

No mundo todo a homogeneização passa ser quase uma obrigação para as indústrias que precisam oferecer produtos que não sejam apenas misturados, o que causa uma série de problemas de satisfação dos consumidores. Oferecer produtos com valor adicionados pela qualidade é antes de tudo uma decisão estratégica que visa ampliar os consumidores, a ter faturamento com maior margem.

A palavra homogeneização vem de longo tempo, é um processo usado no tratamento do leite e de vários outros produtos. Os homogeneizadores possuem uma bomba de deslocamento positivo, dotada de uma ou mais válvulas de homogeneização, por onde ocorre a quebra de moléculas .A bomba força a passagem do líquido através das válvulas com alta pressão, assim ocorre a homogeneização. Existe uma variedade de tamanhos de homogeneizadores com pressões que podem alcançar até 1.500 bar com capacidade de até 20.000 litros/hora.

O conceito básico deste processo consiste em fazer o produto passar sob alta pressão através da sede das válvulas, com pressão e temperatura controlada. A medida em que o produto passa através das válvulas de homogeneização, a velocidade aumenta e a pressão diminui bruscamente. A troca de energia resultante deste processo produz o efeito chamado de homogeneização.

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